O parque permite aos visitantes um contato direto com a natureza e suas mais variadas formas.
Ele pertence ao complexo da Serra do Espinhaço e por isso possui um terreno bastante acidentados, contudo, há a presença de rochas de quartzo que formam grandes painéis.
Possui uma área de 10.755 com um ecossistema onde predomina imensas rochas típicas que pertencem a uma vegetação originada dos campos de altitude, rupestres, cerrados, cerradões e matas de altitude com capacidade de adaptação a solo arenoso e pedregoso – típico de regiões acima de 1.000 m de altitude – além de tipologias vegetacionais, que abragem mais de 99,5% da área em destaque nota-se pau-d’óleo, sucupira, ipê, cedro, jatobá, ingá, pequizeiro, mangabeira, pereiro e a candeia, freqüentes nestes tipos de relevos.
Devido a sua localização o clima é seco, mas em épocas de chuva sofre com as enchentes.
Quanto à hidrografia o parque possui vários cursos d’águas, vertentes e nascentes, das quais se destaca o Rio Preto, um dos mais importantes afluentes do Araçuaí, que por sua vez é afluente da bacia do Rio Jequitinhonha, um dos mais importantes sustentáculos de sobrevivência
da região. Além disso, no lugar há formação de cachoeiras, piscinas naturais, corredeiras, sumidouros, canyons e praias fluviais com areias brancas.
A Fauna é rica em espécies que estão ameaçadas de extinção, como o lobo-guará,
o tamanduá-bandeira, o tatu-canastra e a jaguatirica.
A Flora é bastante variada, com espécies endêmicas como canelas-de-ema e sempre-vivas. Conta também com plantas essenciais na alimentação e na medicina como pequi, araticum, mangaba, jatobá, pereiro, monjolo e candeia, além de espécies raras de orquídeas e plantas carnívoras.