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ROTEIRO DO ROSÁRIO





CHAFARIZ DO ROSÁRIO

Chafariz do Rosário - Diamantina - Minas Gerais

Segundo conta o livro História da Vida Privada no Brasil, “... chafarizes propiciavam os encontros de cativos e os inevitáveis mexericos sobre o que se passava nos domicílios”. Muitos escravos eram proibidos de se ajuntarem nos chafarizes, sobre o pretexto de evitar brigas e algazarras que eram freqüentes nesses locais.
O Chafariz do Rosário recebeu esse nome por estar próximo à Igreja do Rosário. O Governador Luís da Cunha Menezes foi quem encomendou a sua construção, em 1787. A estrutura apresenta duas pilastras e um pequeno frontão em volutas, tendo nas bicas, duas máscaras que fazem a ornamentação.












:: Serviço

Localização: Praça Dom Joaquim
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972







CRUZEIRO DA SERRA

Cruzeiro da Serra - Diamantina - Minas Gerais

De uma altitude de 1300 metros, onde se localiza o Cruzeiro da Serra, é possível ter uma ótima vista panorâmica da cidade e do Pico do Itambé. Nesse local onde predominam a vegetação de cerrado e a cobertura de formações rochosas, realiza-se sempre no mês de maio, a Festa de Santa Cruz, com rezas, levantamento de mastro e barraquinhas com comidas típicas e sorteios. O Cruzeiro da Serra é o marco comemorativo do centenário da fundação de Diamantina (1838-1938).
















::Serviço

Localização: Estrada para Couto Magalhães
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972









IGREJA DE NOSSA SENHORA DO AMPARO

Igreja de Nossa Senhora do Amparo - Diamantina - Minas Gerais

O orago (santo que dá nome a capelas e templos) de Nossa Senhora do Amparo foi utilizado a partir de 1756, após ser autorizada a construção da igreja no mesmo ano, conquistada pela Irmandade dos Pardos do Arraial do Tijuco. A decoração interna da igreja apenas começou a ser pensada cerca de 20 anos depois. A partir daí, várias reformas se seguiram. Ainda na época do império, o local recebe o título de Imperial Capela.
A fachada é composta por torre única e em posição central, e o frontão possui um delicado ornato de madeira. A portada (grande porta com ornamentos) é feita em madeira recortada com dois anjos que ladeiam símbolos do império. O estilo barroco-rococó é muito presente nos altares que datam do século 18. Nessa igreja, um dos detalhes que chama a atenção dos visitantes é um presépio setecentista. A peça é trabalhada com conchas no estilo rococó e foi um presente do Frei Joaquim de Nossa Senhora de Nazaré.



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:: Serviço

Localização: Rua do Amparo, s/nº
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972







IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

Igreja de Nossa Senhora do Rosário - Diamantina - Minas Gerais

Por volta de 1731, surgia um dos templos mais antigos de Diamantina, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Cerca de 40 anos mais tarde, a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, modifica boa parte da obra original. Em sua arquitetura, demonstra a clássica divisão das igrejas mineiras com coro, nave, capela-mor, sacristias laterais e ainda uma peculiar torre única.

O destaque dessa igreja é a capela-mor com ambientação unitária formada por retábulo, pintura do forro, com marcante colorido penumbrista, mostrando Nossa Senhora do Rosário circundada por anjos, e arco-cruzeiro. Os créditos desse conjunto são atribuídos ao guarda-mor José Soares Araújo. No altar-mor o que impressiona são os douramentos, tons de branco-pérola, colunas marmorizadas, os desenhos aplicados em ouro, o dossel e nichos que guardam São Domingos e São Elesbão.

O que chama a atenção nos altares laterais são as duas obras de imaginária: o santos negros – São Benedito e Santo Antônio de Catagerona. Há também imagens de Sant’Ana Mestra e Nossa Senhora do Rosário no altar-mor, e Nossa Senhora da Piedade na sacristia.



:: Serviço

Localização: Praça Dom Joaquim, s/nº
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972







MERCADO MUNICIPAL - CENTRO CULTURAL DAVID RIBEIRO

Mercado Municipal / Centro Cultural David Ribeiro - Diamantina - Minas Gerais

O Mercado Municipal

O início da edificação do mercado ocorreu por volta de 1835, por ordem do tenente Joaquim Cassimiro Lages, com o intuito de estabelecer ali um prédio para moradia e comércio. Também no mesmo local solicitou um rancho de tropeiros, mais conhecido como intendência. Ali ocorria o descarregamento e a comercialização dos produtos que chegavam a Diamantina e teve tal função até ser desativado em 1884.

Somente em 1889, atendendo a pedidos da população local, a Câmara Municipal adquiriu o prédio dos herdeiros do tenente Joaquim Lages. A partir dessa data, iniciou ali a construção do atual mercado, que possui uma estrutura totalmente de madeira e uma fachada em arcos, dando aspecto pitoresco à construção.

O Centro Cultural David Ribeiro

No local do antigo mercado funciona, hoje, o Centro Cultural David Ribeiro, e é supervisionado pela Secretaria de Cultura. O centro é composto por um auditório para cem pessoas e pelo Museu do Tropeiro.

Feira Cultural

É nas manhãs de sábado que se reúnem nesse local diamantinenses e turistas, em busca da cultura do Vale, mediante deliciosas quitandas mineiras. Dentre os produtos apreciados podemos destacar a cachaça, os queijos, mel e ainda ingredientes exóticos, como o broto de samambaia, gambó e ora-pró-nobis. Os visitantes ainda podem apreciar a arte dos ceramistas do Vale do Jequitinhonha, com trabalhos em palha e com típicas flores da região – as sempre-vivas. Outra opção de compras são as variedades de quartzos em tamanhos variados e trabalhados em bijuterias, ou então os crochês e bordados produzidos pelos artesãos locais. Para completar o leque cultural, quem prestigia a feira é presenteado com uma dose de música, que se inicia no término da manhã.



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:: Serviço

Localização: Praça Barão de Guaicui, Centro
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972







MUSEU DA IMPRENSA E ASSOCIAÇÃO DO PÃO DE SANTO ANTÔNIO

Museu da Imprensa e Associação do Pão de Santo Antônio - Diamantina - Minas Gerais

O Museu da Imprensa é constituído por um conjunto de casas, composto pela Capela de Santo Antônio e a Associação Pão de Santo Antônio. O destaque jornalístico que marcou época, e que ocupa espaço nesse museu, foi o Jornal Pão de Santo Antônio. Os exemplares circularam por um período de 30 anos, entre 1906 e 1936.

Dentre o acervo do museu pode-se destacar:
Máquinas de imprensa
Coleção dos jornais: Pão de Santo Antônio, Voz de Diamantina (ainda em circulação), Estrela Polar
Partituras musicais
Fotografias

Atualmente, quem organiza e tem responsabilidade sob a documentação do acervo é a Faculdade de Filosofia e Letras de Diamantina. Juntamente com o jornal Pão de Santo Antônio, o jornalista José Augusto Neves fundou a Associação Pão de Santo Antônio, que funciona no mesmo local onde situava a gráfica do jornal, que depois passou a se chamar “Voz de Diamantina”. A associação tinha como cunho recolher idosos e deficientes e hoje possui 26 pessoas abrigadas.




:: Serviço

Localização: Praça José Augusto Neves, 171, Rio Grande
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972

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TRILHA DOS ESCRAVOS

Trilha dos Escravos - Diamantina - Minas Gerais

Quem quiser conhecer um pedaço da Estrada Real, esta é a trilha. São cerca de 23 km de Estrada Real até Mendanha, no curso do Jequitinhonha. A natureza história desse trecho é marcada desde o século 18, como uma das vias de ligação entre o Norte de Minas e o Sul da Bahia.

Por ali passavam animais, tropeiros, e é claro os diamantes do velho Arraial do Tijuco. A denominação da estrada foi dada devido ao fato de ter sido totalmente calçada por escravos no século 19 (1807-1823), sob incumbência de Manoel Ferreira da Câmara Bittencourt e Sá. O caminho facilitou o acesso entre Diamantina e o distrito minerador de Mendanha.

Acesso

Atualmente existem apenas cerca de 300 metros de trecho calçado, onde turistas podem observar a vista da cidade através do mirante que ali se dispôs. Para acessar o Caminho dos Escravos, os viajantes têm duas opções. A primeira delas é realizar o percurso de carro, seguindo pela BR-367, no sentido Araçuaí, ou então a pé. Nessa última opção, o acesso é feito por uma trilha ecológica de 2 km até o início do trecho calçado, atravessando-se uma serra de vegetação nativa, com riachos e cascatas, onde destacam-se quaresmeiras e ipês. Quem preferir a segunda opção é recomendável que realize a visita acompanhado por um guia, e devido ao desgaste natural todo cuidado é pouco.




:: Serviço

Informações: Secretaria Municipal de Turismo (38) 3531-2972







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