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ROTEIRO CHICA DA SILVA







CAPELA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

Capela de Nossa Senhora da Consolação - Diamantina - Minas Gerais

A construção dessa capela é uma das mais recentes, tendo sido erguida na década de 40, do século 20. A localização se dá nas proximidades do Cruzeiro e do cemitério proporcionando assim o contato com a população vizinha. O orago (santo de invocação que dá nome) é em homenagem a Nossa Senhora da Consolação ou da Correia. Uma das festas religiosas mais concorridas da cidade, a da Consolação, é realizada nesse local.















:: Serviço

Localização: Proximidades do Cruzeiro
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972







CASA DE XICA DA SILVA

Casa de Xica da Silva - Diamantina - Minas Gerais

Diamantina também abrigou a casa da tão popular Xica da Silva, figura histórica de Minas Gerais, que viveu no local com seu amante rico, o contratador João Fernandes de Oliveira e os treze filhos do casal. O local exibe um balcão fechado em muxarabi e uma entrada reconstruída para a antiga capela de Santa Quitéria. Em 1989, a casa foi apropriada pela família Mata Machado, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (IPHAN).

Entre as décadas de 50 e 80 algumas restaurações foram realizadas. Hoje, a casa é sede da 16ª SR II / IPHAN Diamantina. Atualmente, os visitantes podem encontrar na casa painéis com dados sobre a vida de Xica da Silva e sobre o local onde morou. Essas informações estão dispostas no primeiro andar do edifício. No segundo, uma exposição de pinturas intitulada como 7 Vezes Xica, do artista plástico Márcio Ávila.



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:: Serviço

Localização: Praça Lobo de Mesquita, 266
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972







BIBLIOTECA ANTÔNIO TORRES

Biblioteca Antônio Torres - Diamantina - Minas Gerais

A Biblioteca Antônio Torres foi criada em 12 de abril de 1954, sendo subordinada à Biblioteca Nacional. Um dos primeiros objetivos visados foi abrigar os acervos bibliográficos dos escritores Antônio Torres, João Raimundo Mourão e Bernardinho da Cunha. Sua importância para os moradores e historiadores de Diamantina é consagrada pelo fato de conter documentos e registros valiosos da história da cidade.

Do acervo ainda foram preservados

Arquivo Antônio Torres
Arquivo Godofredo Filgueiras Filho
Arquivo Delenda Carthago
Obras raras (datas limites de 1605 a 1899)
Jornais publicados em Diamantina (datas limites de 1825 a 1967)
Partituras musicais (datas limites de 1877 a 1908)
Iconografia – 14 estampas, (de 1899 a 1960)

Arquivo com documentos originários do Fórum de Diamantina (inventários, testamentos, escrituras, processos criminais, livro de registro de batizados, casamentos, óbitos, etc. Datas limites de 1781 a 1978)
Cerca de 13.000 livros de literatura, história, geografia, geologia, dicionários e enciclopédias.


Sobre o escritor Antônio Torres

O escritor e jornalista Antônio Torres nasceu em Diamantina no dia 31 de outubro de 1885. Professor de português, latim, geografia, música e catecismo no Seminário de Diamantina, também colaborava com as publicações locais – “A Estrela Polar”, “Pão de Santo Antônio”, “Voz de Diamantina”, “A Idéia Nova” e “Diamantina”.
Abandonando o sacerdócio, em 1912, passou a se dedicar ao jornalismo. Em 1918, ingressou no Itamarati. Assumiu funções no Consulado Geral de Londres, em 1920. Em 1923, regressou ao Rio de Janeiro e, três anos depois, voltou ao Consulado Brasileiro, em Londres. Em 1929, foi transferido para Hamburgo, na Alemanha, onde permaneceu até a sua morte, em 17 de julho de 1934.
Na sua vida literária, participou de um movimento denominado Tatá, que reivindicava mais liberdade para a literatura e outras artes.

Obras
Horas Místicas - coletânea de poesias sob o p A DIAMANTINA seudônimo de Armando Sylvio.
Carmen Tropicale
Verdades Indiscretas – coletânea de crônicas
Viagem ao redor das mulheres – Comédia encenada pela Companhia de Teatro Leopoldo Froes.
Pasquinadas Cariocas – Coletânea de trabalhos na imprensa
Prós & Contras - Coletânea de trabalhos na imprensa

Fonte: Portal Descubra Minas



CASA DO MUXARABI

Ainda hoje, pouco se sabe sobre a origem da construção da Casa do Muxarabi. Estima-se que tenha sido erguida na segunda metade do século 18, para servir de residência particular. Isso pode ser bem explicado pelos traços da arquitetura civil mineira. O sobrado tem beiral com arremate em cachorros, porta-sacadas e vergas alteadas. Em 1942, a casa foi doada a União, por Virgínia Neto Aguiar.

O nome da casa é um dos fatores que despertam a curiosidade do visitante se deve a permanência, até os dias atuais, de um balcão muxarabi, um dos únicos exemplares autênticos em Minas Gerais. Muxarabi ou Muxarabiê significa “de onde se vê sem ser visto”. O balcão é originário das construções árabes e foi amplamente utilizado nas construções coloniais. O fechamento com treliças resguarda a casa de olhares curiosos, permite a visão do exterior, além de manter a luminosidade e ventilação.




:: Serviço

Localização: Rua da Quitanda, 48
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972







IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO

Igreja de Nossa Senhora do Carmo - Diamantina - Minas Gerais

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo foi erguida em frente à antiga Casa do Contrato, a pedido do contratador João Fernandes de Oliveira que custeou a obra. A autorização para a construção foi adquirida em 1760. Cinco anos mais tarde, a obra estava praticamente concluída, restando apenas detalhes da ornamentação. No século 19, diversas reformas foram realizadas, e a igreja foi perdendo seu aspecto original.

Nesse período, teve a torre única da parte superior demolida e uma nova foi construída na fachada. Entre 1948 e 1949, o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) decidiu restaurar a configuração original da igreja e recolocou a torre na antiga posição.

Arquitetura e decoração

O frontispício do Carmo foi construído em adobe (tijolo cru, seco ao sol) e tem a estrutura feita em madeira. Na portada (grande porta com ornamentos) estão símbolos da Ordem Carmelita e Monte Carmelo com as três estrelas. Nos altares laterais estão duas peças de imaginária, de origem portuguesa, a de Santo Elias e a mística doutora da igreja Santa Teresa D’Ávila. Na sacristia, há um arcaz (grande móvel em forma de arca, com gavetões) em jacarandá preto e uma bela imagem do “Cristo das Sete Palavras”.



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:: Serviço

Localização: Rua do Carmo, s/nº
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972







CAPELA DE NOSSO SENHOR DO BONFIM

Capela de Nosso Senhor do Bonfim - Diamantina - Minas Gerais

Dentre as igrejas setecentistas presentes em Diamantina essa é uma das que possui maior destaque devido à harmonia de sua construção. Popularmente é conhecida como Nosso Senhor do Bonfim dos Militares. Esse nome se remete ao ato da construção. Segundo conta a tradição, teria sido erguida pelos militares do Distrito Diamantino, entre os períodos de 1771 e 1865. Há um termo que diz que a Irmandade do Rosário teria abrigado mulatos dissidentes, em 1771. Já a data de 1865, aparece no arco do cruzeiro, que pode provavelmente ser referência a alguma reforma realizada nesse período.
No que diz respeito à construção feita em taipa e sobre uma plataforma de pedra, pode-se defini-la em três cômodos – nave, capela-mor, sacristia e uma torre do lado esquerdo. Na capela-mor o retábulo mistura elementos do barroco e rococó, harmonizando a pintura e seu forro.

No quadro central, destaca-se a representação do Dissentimento da Cruz. No trono, destaca-se o realce para a imagem do Senhor do Bonfim, provavelmente, obra da imaginária do século 18. As imagens de Santa Maria Madalena e São João Evangelista, doadas por Juscelino Kubitschek, em 1954, ficam no nicho esquerdo.



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:: Serviço

Localização: Praça Monsenhor Neves
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972







MITRA ARQUIDIOCESANA – ANTIGA CASA DO CONTRATO

Mitra Arquidiocesana / Antiga Casa do Contrato - Diamantina - Minas Gerais

A Casa do Contrato

A antiga casa do contrato foi erguida no século 18 e teve essa função até 1771, quando o local passou a ser residência do Inspetor Geral dos Terrenos Diamantinos. Em 1853, o local virou sede do Ateneu São Vicente de Paula. Cerca de 11 anos depois o prédio foi doado pelo Governo Imperial ao Bispado de Diamantina.

Ali foram instalados o Palácio e o Seminário Episcopal. Após algumas reformas realizadas com verba cedida pela Fazenda da Província, o local acabou se descaracterizando, o que obrigou, em 1957, a intervenção do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que tentou reconstruir a imagem original do prédio. O sistema de contrato para a extração de diamantes passou a funcionar a partir de janeiro de 1740. Esse sistema era composto pela figura do contratador, detentor do monopólio particular para explorar as lavras, mediante a compra do direito de extração do distrito diamantino, e pelo Intendente, encarregado pelo cumprimento da lei.

A Arquidiocese de Diamantina

A elevação da Diocese de Dimantina à categoria de Arquidiocese ocorreu em 1917, quando tornou-se também sede metropolitana por uma bula do Papa Bento 15. O primeiro arcebispo foi Dom Joaquim Silvério e Souza. Atualmente, a arquidiocese é composta por 45 paróquias, abrangendo 34 municípios. Hoje, o atual arcebispo é Dom Paulo Lopes de Faria que tem como arcebispo emérito Dom Geraldo Magela Reis.

Acervo da Mitra

O acervo que compõem a mitra (bispado) é de extremo valor por possuir documentos datados do século 18, 19 e 20. Em destaque estão a documentação das Irmandades do Arraial do Tijuco, plantas das igrejas pertencentes à mitra e documentos relativos a Dom Joaquim Silvério e Souza.



:: Serviço

Localização: Rua do Contrato, 104, Centro
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972







SOBRADINHO DO LAPORT

Sobradinho do Laport - Diamantina - Minas Gerais

Durante o auge desse sobradinho, no século 19, um nome possuia grande destaque, o de José da Cunha Valle Laport, o proprietário. O local era reconhecido por produzir esplendorosas serenatas ao luar e acabou assim, ao longo do tempo, assumindo o nome de Laport, como o de seu dono. Era digno da arte: bom pintor, músico e tocador de flauta. Após a morte do artista, o imóvel ficou para a filha Maria Salvina Laport e assim para seus descendentes até 1932, quando se tornou propriedade de Jair Moreira da Silva, que depois doou para a Fazenda Nacional, que administra o local até os dias atuais.












:: Serviço

Localização: Rua do Bonfim
Informações: Secretaria Municipal de Turismo - (38) 3531-2972







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