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ROTEIRO LIBERDADE


O Complexo da Praça da Liberdade é o símbolo da cultura, história e, sobretudo da política mineira. Considerado o principal projeto do Engenheiro Aarão Reis, o local recebeu cuidados bastante minuciosos ao longo dos anos, uma vez que se tornara berço do poder político do Estado. O Morro da Boa Vista, como era conhecido por ser o lugar mais alto da cidade dentro da área da Avenida do Contorno, foi escolhido para abrigar o Palácio do Governo e uma bela praça. Após Francisco Bicalho assumir a chefia da comissão construtora, foram acrescentados os prédios das secretarias de Estado. Os jardins do palácio e praça são projetos de Paul Villon. Na praça havia uma alusão à cidade de Ouro Preto, uma réplica do Pico do Itacolomi, que foi retirada na remodelação em 1920 porque o “presente” era motivo de chacota pelos moradores. Desde o seu surgimento a praça se tornou preferência de passeio pela população. Na década de 30 e 40 era o local ideal para o footling; na década de 70 abrigava a “feira hippie” que foi transferida nos anos 90 para a Av. Afonso Pena. Após a restauração terminada em 1991, o local retomou sua característica de point para as caminhadas e passeios em família, e a Alameda Central recebeu o nome de Travessia, uma homenagem à musica de Milton Nascimento. O Complexo foi tombado pelo IEPHA em 1977.





PRAÇA DA LIBERDADE

PRAÇA DA LIBERDADE

As obras da Praça da Liberdade iniciaram em 1895 e tiveram dois anos de duração. Ela se localiza ao centro das Secretarias do Estado, o Palácio do Governo e edificações históricas na região da Savassi. A praça é um dos atrativos mais visitados da cidade, pois além de ser valorizada pelos seus elementos, onde se encontram belíssimos jardins inspirados no Palácio de Versalhes, fontes luminosas e o singelo coreto, é local ideal para passeios, caminhadas, e mais que isso: um espaço de lazer e convivência.

Arquitetura ao redor

A beleza da Praça da Liberdade não se limita apenas a seus próprios atributos, senão também pela arquitetura das construções que abraçam a praça. Ao longo dos anos as construções que a moldam foram se constituindo em diferentes estilos, proporcionando um passeio de época, que inicia no final do século XIX (nascimento da cidade) e segue até os anos 80. As Secretarias do Estado e o Palácio da Liberdade sofreram algumas mudanças ao longo dos anos, mas seguem firme no estilo neoclássico e eclético do século XIX. O estilo Art Decô dos anos 40 está presente no revestimento em pó de pedra no Palácio Cristo Rei; O Estilo Moderno está destacado nos prédios do Edifício Niemeyer e da Biblioteca Pública datados da década de 50 e 60. Na década de 80, em estilo pós-moderno, foi inaugurado o prédio conhecido como “Rainha da Sucata”, onde funciona o Museu de Mineralogia.

Edifício Niemeyer

O edifício foi projeto por Oscar Niemeyer em 1954, mas só foi construído em 60. É um prédio residencial e possui 8 Andares. O curioso é que de fora se tem a impressão de que tem mais de 20. Sua arquitetura é resultado do estilo moderno com traços do iluminismo e pode ser notado nas curvas que remetem às montanhas de Minas Gerais.
Endereço: Praça da Liberdade, 153

Biblioteca Pública

A biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa foi inaugurada em 1961 e projetada em 1954 por Oscar Niemeyer que fez um belíssimo trabalho no estilo moderno notado nas sinuosas “ondas” que formam o prédio-matriz. Ela é considerada uma das principais do Estado e possui laboratórios de informática, videoteca, sala de vídeo-conferência, livros em braile, sala com periódicos e jornais.
Endereço: Praça da Liberdade, 21

Palácio Cristo Rei

Em 1937 o Palácio Cristo Rei foi inaugurado na capital mineira integrando o complexo da Praça da Liberdade. A sua construção se deu porque o Arcebispo de Belo Horizonte à época, Dom Cabral, idealizou para a Igreja Católica uma sede à altura do Palácio da Liberdade na capital mineira. Foi construído em uma área de 1,600 m2 em estilo art-decô. No alto da fachada há um brasão de armas de Dom Cabral. Em seu interior encontra-se uma biblioteca, sala de jantar, duas salas de visita, um salão de reuniões, área de serviço, salão nobre e uma capela em que podem ser observados detalhes em gesso com pinturas duradas e vitrais representando os Dez Mandamentos.

Endereço: Praça da Liberdade, 263

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:: Serviço

Endereço: Praça da Liberdade, s/n°, Funcionários
Informações: Belotur (31) 3277-9777








PALÁCIO DA LIBERDADE

PALÁCIO DA LIBERDADE

O antigo Palácio Presidencial, atual Palácio da Liberdade, foi projetado para abrigar a sede do Governo de Minas Gerais em Belo Horizonte. O início de sua construção data de 1895 e após 3 anos ocorre a  inauguração da obra com área de 1.898 m². Seu projeto foi elaborado pelo arquiteto José de Magalhães e apresenta elementos clássicos ornamentais com grande influência francesa de estilo neoclássico.

Estrutura

O edifício, que pertence ao conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça da Liberdade, apresenta dois pavimentos e um andar intermediário  que abriga uma cozinha, uma copa, dois quartos e dois banheiros. Existem, no segundo pavimento, dois salões nobres conhecidos como Salão Dourado e Salão Medalha, que apresentam móveis Luiz XV e Luiz XVI, além de outros salões que retratam um estilo bem característico, com pilastras e molduras contendo pinturas nobres imitando mármore, além de painéis de Antônio Pereira. A escadaria de ferro e com estrutura metálica foi especialmente importada da Bélgica e o jardim possui um estilo rosal de Paul Villon.

CURIOSIDADE

Você sabia que: Crispim Jaques Bias Fortes foi o primeiro governador a ocupar o Palácio da Liberdade e atualmente mais de 40 governantes já passaram por ele?

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PARTE 1 - PARTE 2

:: Serviço

Endereço: Praça da Liberdade, s/n°, Funcionários
Contato: (31) 3250 6011 ou 3250-6249 (na parte da manhã)
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações: Ainda não está aberto para visitações, mas pretende-se implantar visitas nos finais de semana.








MUSEU MINEIRO

MUSEU MINEIRO

O prédio de estilo eclético com predominância de elementos neoclássicos foi construído originalmente no século XIX para residência de secretários da Agricultura do Estado por ocasião da mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte. Serviu ainda como sede do extinto senado mineiro e a pagadoria geral do Estado. Logo depois, funcionou como inspetoria geral de finanças até que, em 1977,  foi implantado o Museu Mineiro.

Atrações

O acervo do Museu  é composto de basicamente três coleções: Arquivo Público Mineiro, Coleção de Arte Sacra Colonial e coleção Pinacoteca do Estado de Minas Gerais. Tem exposição permanente de parte desse acervo com rodízio entre as peças, e exposições temáticas temporárias com visitas guiadas, cursos e palestras relacionadas ou não com o tema da mostra.

Arquivo Público

Em 1895 José Pedro da Veiga fundou um Arquivo Público Mineiro em Ouro Preto que visava ser um centro de estudos da história de Minas Gerais. De acordo com a lei nº 126, de 11 de Julho de 1895 esse arquivo se encarrega de abrigar todos os documentos referentes ao direito público, à administração, à geografia, à história, à legislação, às manifestações do movimento científico e artístico de Minas Gerais.  Em 1901 ele veio para a Capital. Em 1936 foi instalado no prédio da Av. João Pinheiro onde permanece desde então. Atualmente, o Arquivo Público faz parte da Secretaria de Cultura do Estado, que por sua vez executa a gestão, o recolhimento, a guarda, a preservação e acesso ao acervo da Administração Pública Estadual e dos documentos privados de interesse público como rege a lei nº 11.726, de 30 de Dezembro de 1994. Contém materiais provenientes do período colonial, imperial e parte do republicano e possui em torno de 1,4 KM de documentos textuais, 65.000 fotografias, 1.300 mapas e plantas, 400 filmes de origem pública e privada e uma biblioteca totalmente voltada para a História de Minas Gerais em que pode ser encontrado cerca de 10.576 títulos distribuídos em livros, Atlas, folhetos e periódicos. Registrado na Categoria Bem Imóvel, o Arquivo Público Mineiro é tombado pelo IEPHA desde 07 de Fevereiro de 1975.

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:: Serviço

Localização: Avenida João Pinheiro, 342 - Belo Horizonte/MG
Contato: (31) 3269-1168 ou pelo site: www.cultura.mg.gov.br
Informações: Belotur - (31) 3277-9777
Visitações: Segunda-feira a sexta-feira das 10:00 às 18:00 h. sábado e domingo das 10:00 às 16:00h. Para entrar no Museu paga-se uma pequena taxa. Grupos que queiram visita monitorada necessitam agendar com antecedência.






IGREJA NOSSA SENHORA DE LOURDES

Parque Municipal Américo Renné Gianneti - Belo Horizonte - Minas Gerais

No início do século XX havia uma capela dedicada à Nossa  Senhora de Lourdes. Em 1911 alguns missionários Claretianos vieram para a capital e se encarregaram do templo. No dia 3 de Maio de 1916 foi lançada a pedra fundamental para dar inícios às obras da igreja, que foi inaugurada no dia 14 de Outubro de 1923. Apresenta um projeto arquitetônico no estilo gótico puro com três naves e 47 metros de comprimento, 17 metros de largura; o cruzeiro tem 27 metros e a nave central 20 metros. Conta com três imagens de Nossa de Lourdes: Uma em madeira, usualmente levada em procissões e coroadas, outra esculpida em gesso, com mais de 100 anos, que se localiza na Gruta de Lourdes e outra no altar-mor que veio do Rio de Janeiro em 1958 para marcar a sagração da igreja à categoria de Basílica, feita pelo Papa Pio XII no dia 1° de Novembro de 1958.

A Gruta de Lourdes

Ao entrar na Basílica há uma gruta no lado esquerdo com uma imagem de Nossa Senhora de Lourdes. A santa, que é bastante venerada pelos fiéis, foi doada pelo Senhor Luiz de Resende por intermédio de Senhora Maria Silvana Pitanga que chegou de Paris em 1900, data esta em que foi nomeada uma comissão para dar início à construção da capela de Lourdes. O local foi cedido pela prefeitura e um outro anexo adquirido de forma particular. Ao chegar à capital mineira, a santa ficou um tempo na Matriz da Boa Viagem e depois no Colégio Imaculada. Após a inauguração da gruta em 1925 a imagem passou a ser adorada no local.

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:: Serviço

Localização:
Rua da Bahia, 1596 - Lourdes
Contato: 3218-7676
Informações: Belotur (31) 3277-9777






MUSEU DE MINERALOGIA PROFESSOR DJALMA GUIMARÃES

MUSEU DE MINERALOGIA PROFESSOR DJALMA GUIMARÃES

O Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimarães, localizado na Praça da Liberdade, no prédio "Rainha da Sucata", foi reaberto ao público, integrando o Memorial da Mineração de Minas Gerais. Todo o acervo, constituído de aproximadamente 5.000 peças entre Minerais, Minérios, Gemas, Rochas e Fósseis, estão dispostos no local de forma bastante organizada e conta com uma estrutura moderna chamando a atenção de seus visitantes.

Djalma Guimarães

Nascido em 5 de novembro de 1895, na cidade mineira de Santa Luzia, Djalma Guimarães, geólogo e professor, dedicou toda sua vida aos estudos da geologia e das explicações sobre a origem dos metais. É autor de mais de 200 obras que foram consagradas, tanto no Brasil quanto no exterior valendo-lhe prêmios e reconhecimentos, títulos e honrarias, entre os quais: "Príncipe dos Geólogos", concedido por Madame Curie. É o descobridor da maior reserva de minério de nióbio do mundo, localizado no Barreiro de Araxá. Seu falecimento é datado em 10 de outubro de 1973.

Atrações


As atrações incluem amostras dos principais minerais extraídos no Estado de Minas Gerais, algumas delas classificadas pelo próprio Djalma Guimarães, entre peças encontradas em outros estados e até países. Informações sobre a utilidade, a importância e os benefícios que trazem para o dia-a-dia são demonstradas de forma clara, breve e objetiva. Além disso, o Museu é também um espaço multimídia com filmes, fotos, projeções, pesquisas, estudos e vasto material de referência, colocado à disposição de todos os interessados. Este é um dos resultados da ação conjunta da Secretaria de Minas e Energia, da Companhia Mineradora de Minas Gerais (COMIG), e da Prefeitura de Belo Horizonte, que até então administrava sozinha o Museu, dirigido durante 19 anos pelo professor Francisco Carlos Soares Filho.

Rainha da Sucata

O projeto inicial do Centro de Apoio Turístico (CAT) Tancredo Neves data de 1984 e o seu objetivo principal era atender a demanda do público que freqüentava a feira da Praça da Liberdade. Sua construção incorpora diversos tipos de materiais característicos de Minas Gerais, como chapas de ferro,  rochas e mantém uma altura parecida com as dos outros prédios da praça. A denominação popular de Rainha da Sucata foi influenciada por uma novela transmitida pela rede Globo na época.
 A inspiração para a construção da arquitetura do prédio Rainha da Sucata se fundamenta nas transformações que a cidade sofreu em meados da década de 60 até o início dos anos 80. Com a ampliação do mercado industrial que se instaurava na cidade o tráfego urbano se intensificou e acarretou assim um aumento desordenado nos bairros da cidade. O resultado disso foi a presença de arquitetura que pouco apresentava qualidade em suas formas. Entretanto, as tecnologias que surgiram a partir do final do século XX têm influenciado o cenário mineiro de modo que com criatividade e inovação os arquitetos contemporâneos têm apresentado um resultado bastante satisfatório marcado principalmente pelo uso de estruturas metálicas.
Uma das principais preocupações foi o conforto ambiental, segundo os arquitetos responsáveis pelo projeto Silvio de Podestá e Éolo Maia , que ao observarem a incidência do sol, utilizaram chapas de aço para simular uma segunda fachada e proteger o prédio contra o calor solar. Os recortes da lateral voltada para a avenida Bias Fortes, refletem a arquitetura do Colégio Isabela Hendrix e as esquadrias basculantes da Rainha da Sucata são similares, segundo Podestá, às utilizadas no edifício projetado por Oscar Niemeyer na década de 50.
“Precisamos trabalhar o espaço entre o construído e o não construído, na dimensão imaterial do encontro das pessoas. Para que elas saiam do casulo e possam exercer a cidade. Criar vazios que serão preenchidos pelo cidadão. Buscar uma cidade onde nossos olhos possam respirar.” (Gustavo Penna in Descubraminas.com.br).

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:: Serviço

Localização: Avenida Bias Fortes, 50 Funcionários
Contato: (31) 3271-3415
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações: De segunda-feira a sexta-feira, das 8:00 às 17:00 h. Sábados de 9:00 às 17:00 h e domingos de 10:00 às 17:00 h. Para ter acesso o museu, não é necessário marcar com antecedência e a entrada é gratuita. Grupos que queiram guia é permitido no máximo 60 pessoas e a entrada também é franca.








PRAÇA DIOGO VASCONCELOS - PRAÇA DA SAVASSI

PRAÇA DIOGO VASCONCELOS - PRAÇA DA SAVASSI

A história da Praça da Savassi data de 1940, quando os irmãos Hugo e José Guilherme Savassi inauguraram, na Praça 13 de Maio – hoje Diogo de Vasconcelos – a Padaria e Confeitaria Savassi. Na época só existia naquele local dois armazéns, uma farmácia, um armarinho, um bar e o extinto Cine Pathé, que seria inaugurado em 1943.

Ponto nobre

A padaria era o estabelecimento mais luxuoso e moderno do Brasil, com balcões de cristal, luz indireta nas vitrines, mesas de metal cromado e mármore, além de cadeiras de sucupira que compunham o salão de chá. Todo esse clima fazia da Padaria e Confeitaria Savassi, o ponto de encontro de personalidades como Tancredo Neves, Milton Campos, Afonso Arinos, Bias Fortes, entre outros, que conversavam principalmente sobre política enquanto tomavam o chá das cinco.
O comércio na região cresceu, principalmente na década de 60, e a Savassi se tornou um centro comercial bastante concorrido. Os proprietários da Padaria e Confeitaria Savassi venderam o ponto, que ficava entre a avenida Cristóvão Colombo e rua Pernambuco, e se instalaram na rua Rio Grande do Norte 1436, onde permanece até hoje. A Savassi é atualmente um território sofisticado e point da juventude com grande concentração de hotéis, bares, restaurantes e boates.

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:: Serviço

Localização: Cruzamento da Avenida Getúlio Vargas com Avenida Cristóvão Colombo
Informações: Belotur (31) 3277-9777






IGREJA DA BOA VIAGEM

IGREJA DA BOA VIAGEM

A história dessa igreja se confunde com a da própria cidade, pois no local onde hoje se encontra a catedral havia uma pequena capela de pau-a-pique com característica tipicamente mineira. No começo do século XVII, quando Belo Horizonte ainda se chamava Curral Del Rei, um português acompanhado por três escravos de confiança passava pelo local com dois burros que carregam 15 arrobas (aproximadamente 200 kg) em barras de ouro, moedas e jóias. Ao notar que foi perseguido por ladrões, o português resolveu esconder a fortuna para escapar do bando. Ele colocou as raridades num tacho de cobre e enterrou as preciosidades a 81 passos, em linha reta, contados a partir da entrada principal da capela, em direção ao pico mais alto, à vista da serra que deu o nome ao arraial. Ao perceber que não teria escapatória, o português escolheu um dos escravos para levar o mapa do tesouro para sua esposa em Caeté.
De acordo com a lenda, o português e os dois escravos foram mortos e o tesouro continua até hoje no local onde atualmente se encontra a Catedral da Boa Viagem. O templo foi chamado assim devido ao trajeto que os portugueses realizaram para se estabelecerem na região. Nesse percurso de Portugal até às terras brasileiras os bandeirantes trouxeram a imagem de Nossa Senhora como forma de pedir a benção pelo caminho onde andariam; ao chegar à região resolveram homenagear a santa com um templo. A capela foi substituída pela catedral que teve suas obras terminadas em 1932.
Atualmente, a igreja é uma das mais importantes da cidade e comporta até 400 pessoas. Com estilo neo-gótico a catedral é composta por grandes vitrais e o altar–mor é todo feito em mármore de Carrara. Essa igreja, que possui o nome da padroeira da cidade, é conhecida por abrigar o Santuário da Adoração em que o Santíssimo fica exposto 24 horas (de 21:00 às 06:00 mulheres não podem permanecer no local). Na data que comemora o dia dedicado à santa, 15 de agosto, a igreja reúne mais de 15 mil fiéis que andam em procissão em devoção a Nossa Senhora da Boa Viagem.

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:: Serviço

Localização: Rua Alagoas entre Rua Timbiras e Rua Aimorés, Funcionários
Contato: 3222-2361
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Missa: Segunda a sexta-feira às 7:00; 8:00; 18:15 h. Sábado: 7:00; 8:00; 18:00 h.
Domingo: 7:00; 9:00; 11:00; 18:00; 19:30 e 21:00 h.
Adoração ao Santíssimo: Todos os dias 24:00 h, porém, mulheres só podem permanecer de 6:00 às 21:00 h.
Visitações: Todos os dias de 6:00 às 21:00 h. Segunda-feira e Sábados de 9:00 às 14 horas é fechada para limpeza.



 

 

MUSEU DA ESCOLA DE MINAS GERAIS

MUSEU DA ESCOLA DE MINAS GERAIS

Abriga toda a trajetória da educação do Estado. De forma bastante envolvente, o museu convida o visitante voltar à infância, fazendo-o relembrar os velhos tempos da vida escolar. Proporciona às pessoas uma reflexão crítica sobre as várias formas de educação promovidas pelo Estado por meio da recriação das salas de aula e dos objetos que lá estão dispostos. O acervo é composto por materiais escolares que mostram não só a prática pedagógica, mas a experiência humana pela qual a criança passa a fim de inseri-la no contexto social. São mais de 4 mil peças disponíveis no acervo, entre elas: fotografias, carteiras escolares de diversas décadas, diplomas, lousas, canetas, lápis, tinteiros, cartilhas de alfabetização, cartazes de pré-livros, livros infantis, livros de leitura, cadernos, cadernos de caligrafia, ábaco, jogos pedagógicos, pastas escolares, merendeiras, cartazes de ensino, globos, mimeógrafos, projetores de filmes, boletins, cadernetas escolares, móveis e piano.
Entre as curiosidades do acervo destaca-se a réplica de uma sala de aula anterior à década de 30, em que a “orelha de burro” e a palmatória, esta abolida em 1927, eram sinais de disciplina. A sala apresenta ainda a bandeira nacional e uma gravura de Tiradentes, como símbolos de patriotismo, além da mesa do professor em tablado simbolizando autoridade. Para deixar o ambiente mais realista, há bonecos uniformizados de acordo com a exigência da época.  O museu apresenta também, a evolução das práticas pedagógicas que está montada de forma bastante cuidadosa, levando a todos ao encantamento. É um canal para estimular estudos e pesquisas sobre a educação por meio das representações do cotidiano escolar em diversas épocas.

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:: Serviço

Localização: Instituto de Educação – Rua Pernambuco, 47 com Av. Carandaí, s/ n°
Contato: 3273-2090
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações: Segunda a quinta-feira das 8:00 às 17:00 h.

 


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