
O centro de Belo Horizonte apresenta construções que caracterizam a progressão dos estilos de arquitetura empregados ao longo do século XX. Uma amostra representativa é o corredor de uma das avenidas principais da cidade: Avenida Afonso Pena. Nela o visitante observará, por exemplo, o Tribunal de Justiça cuja construção data de 1911, todo em estilo neoclássico acompanhado do Automóvel Clube que data da década 20, construído para reunir a nata da sociedade mineira. Já a década de 40 é muito bem representada pela sede da Prefeitura de Belo Horizonte, em que o projeto arquitetônico é marcado pelas características do estilo Art Déco, podendo ser notado no traço da fachada; e também pelo Edifício Acaiaca, inaugurado em 1943, que além de ser feito no mesmo estilo da prefeitura, recebeu uma forte influência marajoara. Destaque deve ser dado ao estilo modernista do Palácio das Artes, cuja construção iniciada em 1942 só foi concluída em 1970, sendo mais uma das grandes obras projetadas por Oscar Niemayer que encantam a capital mineira. Ao lado de várias outras pérolas da arquitetura da primeira metade do século, encontramos edifícios modernos e funcionais construídos para abrigar grandes empresas e escritórios. No quesito arquitetura, imprescindível ao visitante conhecer o conjunto arquitetônico ao redor da Praça da Liberdade.
Tudo começou em 1969, quando alguns artistas e estudantes ligados às artes plásticas tiveram a idéia de expor seus trabalhos artísticos experimentalmente na Praça da Liberdade, local arborizado, cercado por belo conjunto arquitetônico e que era pouco freqüentado pelos belo-horizontinos na época. De início houve uma certa dificuldade, por parte da prefeitura, em permitir a exposição de trabalhos artísticos livremente, pois estava em pleno vigor o AI-5, ideologia política que vedava qualquer manifestação contra a ordem vigente. Existia ainda a idéia de que as autoridades municipais tinham preferência pela arte acadêmica e temiam que a praça viesse a ser ocupada pelos modernistas, porém, estes fatos não impediram a realização da feira como um evento esporádico.
Evento permanente
Ao visitar a feira em 1971, o governador de Minas Gerais Israel Pinheiro desejou que a praça voltasse a ser freqüentada pelo povo e apoiou a realização da feira como um evento permanente deixando surpresos os funcionários da prefeitura, que não tinham o menor interesse em sustentar um aglomerado de "Hippies" naquele nobre local. Somente a partir desta visita é que a feira passou a ter uma periodicidade fixa.
Logo, a feira hippie foi se tornando um ponto de encontro de moradores e turistas. Frente ao grande número de visitantes, o que tornava a praça pequena para a realização da feira e levando em conta o risco de degradação ambiental, o evento foi transferido, em 1991, para a Avenida Afonso Pena. Existem atualmente cerca de 2400 expositores divididos em 12 setores. Durante a feira, há um quiosque da administração da feira que fornece informações sobre os expositores e produtos no cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua Álvares Cabral. Hoje não apresenta mais a característica original, continuando porém a ser um grande atrativo devido a variedade de produto artesanal que oferece.
:: Serviço
Localização: Avenida Afonso Pena - Centro
Contato: (31)3277-4914 (administração) ou www.pbh.gov.br
Informações: Belotur - (31)3277-9777
Visitações: domingo de 8:00 às 14:00 h.
O Instituto data de 1991 e foi fundado por Walther Moreira Salles (1912-2001). Mantido pelo Unibanco, o IMS é uma instituição civil sem fins lucrativos que visa a promoção e desenvolvimento de programas culturais. Atua em cinco áreas da arte: fotografia, literatura, cinema, artes plásticas e música brasileira; resultando em trabalhos próprios concebidos e executados pela casa regularmente. O IMS possui 4 unidades no Brasil sendo uma no Rio de Janeiro – capital, uma em São Paulo – capital e duas em Minas Gerais – Belo Horizonte e Poços de Caldas. O Instituto é responsável ainda pela coordenação dos Espaços Unibanco de Cinema e Unibanco Arteplex, uma rede de salas de exibição que podem ser encontradas no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Juiz de Fora, Santos e Curitiba.
Em Belo Horizonte o IMS inaugurou seu espaço em Setembro de 1997 e apresenta exposições, palestras, lançamentos, recitais e cursos. Está em uma das principais avenidas de Belo Horizonte, Afonso Pena, em um prédio de 1925 tombado pelo Patrimônio Histórico do Município em 1997. A edificação abrigou o Branco do Brasil, a Sumoc (Superintendência da Moeda e do Crédito, atual Banco Central) e o Banco Moreira Salles (atual Unibanco).
:: Serviço
Localização: Avenida Afonso Pena, 737 - Centro
Contato: (31) 3213-7900 ou http://ims.uol.com.br/ims/publicador_preview.asp?id_pag=179
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações: Terça a sexta-feira, de 13:00 às 19:00 h.e sábados e domingos de 13:00 às 18:00 h.

O Mercado Central, localizado próximo a praça Raul Soares, é uma testemunha viva da época em que Belo Horizonte tinha ares interioranos. Inaugurado em 7 de Setembro de 1929 pelo prefeito Cristiano Machado, no local onde funcionava o campo do América, o mercado foi o único abastecedor da capital durante vários anos. Suas mercadorias eram trazidas dos municípios vizinhos por tropeiros em lombo de burro e comercializadas diretamente com os fregueses.
No início
Havia cerca de 128 lojas que vendiam uma grande variedade de produtos dos mais variados gêneros. Faziam sucesso as panelas de pedra vindas de Ouro Preto, as uvas preta e os pêssegos de Esmeraldas, o abacaxi de Lagoa Santa, a abóbora e o peixe de Pirapora e as mexericas que vinham do Rio de Janeiro pela estrada de ferro. Uma das lojas que as famílias tradicionais de Belo Horizonte mais admiravam era a Flora Lemp. Seu proprietário plantava as mudas no chão do mercado, criando uma abundância de cores que nenhuma outra flora conseguia igualar. Em 1948 houve a inauguração do bar Juca Pato, do espanhol Floreal, surgindo assim o tira-gosto de carne de porco frita. Gradativamente o lombo do burro foi sendo substituído pelos caminhões e São Paulo passou a ser o principal fornecedor de mercadorias para o Mercado Central.
Atualmente existem cerca de 400 lojas em 13 mil e 400 metros quadrados que vendem de tudo, desde incensos e ervas medicinais a produtos típicos como os queijos e doces mineiros. Existem ainda agências bancárias, casas lotéricas, farmácias e estacionamento 24 horas, embora o funcionamento do mercado seja até 18:00 h. Nos bares, estrategicamente instalados em todas as suas entradas, um ponto de encontro obrigatório para muita gente. Entre cervejas, algumas porções de bife acebolado ou jiló na chapa, risos e casos, os freqüentadores fortalecem amizades e transformam o ambiente num local descontraído, propício ao lazer e ao prazer. A variedade de artigos e um pedaço da história de Belo Horizonte estão no Mercado Central.
Visitando o Mercado
O Mercado é aberto todos os dias com entrada franca. Para grupos que queiram fazer uma visita guiada existe um projeto desde 2001, chamado Consumidor do Futuro – mais voltado para as escolas, mas que também atende outros tipos de grupos – que monitora visitas para grupos de no máximo 70 pessoas. As visitas guiadas são feitas de segunda-feira a sexta-feira em 2 horários: 8:30 e 14:30 h. O passeio tem a duração de 2 horas e não é cobrada taxa, mas é imprescindível marcar com antecedência.
:: Serviço
Localização: Avenida Augusto de Lima, 744 - Centro
Contato: (31) 3274-9434 ou www.mercadocentral.com.br - mercado@mercadocentral.com.br
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações: Segunda-feira a sábado, de 7:00 às 18:00 h. e domingos e feriados de 7:00 às 13:00 h.
Antes de conhecer o Palácio vamos apresentar o órgão que o administra: a Fundação Clóvis Salgado, que pertence à Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais. Criada pela Lei 5455 de 10 de junho de 1970, a então Fundação Palácio das Artes passou a se chamar Fundação Clóvis Salgado em 1978. Ao longo de sua existência, a Fundação Clóvis Salgado consolidou-se como um moderno centro de exibição, produção e formação de recursos humanos para o mercado de artes e espetáculos. Além do Palácio das Artes, o maior projeto que administra, a Fundação é também responsável pela Serraria Souza Pinto, Centro de Formação Artística e Centro Técnico de Produção.
As obras do Palácio, em uma área que abrange 18,5 mil m2, foram iniciadas durante o governo de JK em 1942 e finalizadas em 1971, já na gestão de Israel Pinheiro. Nesse longo tempo até a sua concretização, o projeto original, de Oscar Niemeyer, que idealizava um teatro voltado para o Parque Municipal e ligado à Avenida Afonso Pena por uma passarela de concreto, sofreu inúmeras interrupções até 1966, quando Israel Pinheiro definiu uma comissão especial para concluir a obra. O arquiteto Hélio Ferreira realizou adaptações de acordo com as necessidades da época. Finalmente a inauguração aconteceu no dia 30 de Janeiro de 1970 quando foi aberta a Grande Galeria.
Nos mais variados espaços, o centro disponibiliza recursos cênicos e acústicos de alta tecnologia para montagem de óperas, peças teatrais, concertos de orquestra, espetáculos de dança, shows, além de salas para exposições, exibição de filmes, lançamento de livros, palestras, congressos e seminários. A cada ano a FCS reafirma a sua presença no mercado cultural brasileiro, pois viabiliza vários projetos nas áreas de Literatura, Música Popular e Erudita, Teatro, Dança e Artes Plásticas. Entre as realizações, destaca-se o projeto “Circulação pelo Interior”, que levará a Orquestra Sinfônica, o Coral Lírico de MG e a Cia de Dança do Palácio das Artes em mais de 210 localidades do interior do Estado.
Enfim o Palácio
Conta o Palácio com o Grande Teatro, o Teatro João Ceschiatti, a Sala Juvenal Dias, o Cine Humberto Mauro e as galerias de Arte: Corrêa Lima e Espaço Mari’Stella Tristão que compõem o seu projeto. Assim, o Palácio das Artes conquistou a categoria de um dos mais completos e dinâmicos centros de exibição e produção artística da América Latina sendo responsável por uma programação de qualidade que engloba as mais variadas expressões de arte. Além disso, o espaço artístico-cultural abriga o Centro de Formação Artística (CEFAR) com escolas profissionalizantes de teatro, música e dança, os Corpos Artísticos Permanentes, a Orquestra Sinfônica, a Cia de Dança, o Coral Lírico e o Coral Infanto-juvenil, a Banda Sinfônica, a Orquestra de Jovem e um Balé. O Palácio das Artes é uma instituição que valoriza a política de inserção social por meio da arte e da cultura, uma vez que promove o acesso de novos públicos em espetáculos com preços subsidiados para as produções da casa, além de realizar eventos gratuitos como a Série “Concertos no Parque” e as atividades de extensão Cultural
PRATAS DA CASA -
Eis as pratas da casa disponibilizadas no Palácio das Artes:
Orquestra Sinfônica de Minas Gerais
A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais fundada em 1977 é composta por 76 músicos permanentes e é considera uma das mais importantes do país. Com um repertório bastante eclético, a orquestra apresenta composições provenientes de todos os períodos da história da música escrita para orquestras: óperas, balés, concertos, operetas, poemas sinfônicos, sinfoniais e as grandes obras sinfônico-corais, como réquiens, missas, cantatas, oratórios, antífonas, novenas e obras sacras diversas.
Cia de Dança Palácio das Artes
Composta por 22 bailarinos permanentes a Companhia de Dança de Minas Gerais é uma das maiores consagrações nacional e já conquistou vários prêmios em suas atuações. A partir de 1985, a cia de dança começou a adotar obras contemporâneas adquirindo assim, uma nova expressão e linguagem em suas técnicas construídas a partir do estímulo a criatividade coletiva.
Coral Lírico Palácio das Artes
A primeira apresentação do Coral Lírico Palácio das Artes foi realizada na inauguração do Grande Teatro da Instituição. Desativado por dois anos, o coral retomou suas atividades em 1979 e se tornou umas das raridades brasileiras em sua área. São mais de 60 vozes que encantam o público em seu diversificado repertório que vai desde músicas renascentistas até óperas, operetas, oratórios e concertos sinfônico-corais.
Coral Infantil e Orquestra Jovem
O Coral Infantil possui cerca de 40 crianças, entre 8 e 14 anos, desde sua criação datada de 1980. O Coral participa de várias produções da casa juntamente com a Orquestra de Minas Gerais e o Coral Lírico Palácio das Artes. Já Orquestra Sinfonia Jovem do Palácio das Artes reúne 35 músicos entre 15 a 25 anos, que também participam das produções da casa. Ambos os grupos, servem como forma de incentivo para as futuras gerações de artistas do Brasil.
Grande Teatro do Palácio das Artes
O Grande Teatro é considerado um dos melhores e mais modernos da América Latina, por dispor de recursos cênicos e acústicos de alta tecnologia. Assim, o espaço tido como nobre, é responsável por exibir montagem de óperas, peças teatrais, espetáculos, consertos e shows; todos de abrangência nacional e internacional.
Teatro João Ceschiatti
Esse teatro tem um grande diferencial; por ter o formato de arena, favorece uma relação envolvente entre artista e platéia. Com capacidade para 148 pessoas, a sala dispõe dos mais modernos equipamentos de som e luz e foi inaugurado na década de 80. O Teatro João Ceschiatti recebeu este nome em homenagem a um grande ator e diretor teatral, natural de Belo Horizonte, que foi responsável por memoráveis sucessos de público nas peças que dirigiu.
Sala Juvenal Dias
Num ambiente bastante intimista e agradável se encontra a Sala Juvenal Dias. Destinada especialmente à música de câmara devido à sua acústica, a sala oferece 176 lugares e é equipada com os mais modernos aparelhos de som e luz. A Sala Juvenal Dias recebeu este nome em homenagem a um artista de Belo Horizonte, flautista consagrado da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e que deixou várias composições.
Cine Humberto Mauro
Humberto Mauro é um dos pioneiros na arte cinematográfica em Minas Gerais e no Brasil. Nascido em Cataguazes Humberto iniciou sua carreira na filmografia no início do século XX e dirigiu filmes que marcaram o cinema brasileiro. Por isso, o seu nome homenageia a sala de cinema do Palácio de artes que é considerada o ponto de encontro dos amantes de cinema e estudiosos da área. O cine Humberto Mauro possui 158 lugares e se dedica à formação de público através da promoção regular de mostras, festivais, lançamentos de filmes e também debates, palestras e seminários sobre a produção cinematográfica mundial. Atualmente, o Cine é reconhecido como centro de referência do cinema não-comercial exibido em todo o país.
Galeria Alberto da Veiga Guignard
Apresentando uma visão panorâmica da Avenida Afonso Pena, a Grande Galeria é um espaço voltado para as artes plásticas em Minas Gerais. Com iluminação especial, circuito de TV, ar condicionado e sistema de segurança, o espaço visa a exibição de grandes exposições do Brasil e do mundo. A galeria recebeu este nome em homenagem a um importante artista plástico e também professor de novos nomes da área, Guignard. Em 1944, o artista foi convidado pelo até então prefeito de Belo Horizonte, JK, para assumir o curso livre de desenho e pintura da Escola de Belas Artes, escola por onde passaram Amílcar de Castro, Farnese de Andrade e Lygia Clark.
Galeria Genesco Murta
Essa galeria visa exposições e instalações diversas. Ela é dedicada a novos talentos das artes plásticas e recebeu este nome em homenagem ao pintor, caricaturista e professor Genesco Murta. Artista que participou da primeira exposição de Arte Moderna de Belo Horizonte em 1936 e na década de 40 pintou murais no Grande Hotel do Barreiro, em Araxá; na antiga Feira de Amostras de Belo Horizonte e na Secretaria de Agricultura, também em Beagá.
Galeria Arlinda Corrêa Lima
Artista, Psicopedagoga, professora especializada em arte-educação, uma das pioneiras da arte contemporânea brasileira e criadora do núcleo de Atividade Artística (NAC). Esses são os principais motivos pelos quais Arlinda Corrêa Lima, foi homenageada em uma galeria do Palácio das Artes com seu nome. Esse espaço destina-se a exposições de médio e pequeno porte, podendo servir como espaço complementar da Galeria Genesco Murta.
Espaço Mari’Stella Tristão
Inaugurada em 1997, como Sala Multimeios, o espaço é bastante versátil e flexível, por isso é dedicado tanto para lançamento de livros e cds quanto para desfiles de modas, exposições e espetáculos. O Espaço recebeu este nome em homenagem a artista plástica e crítica de arte Mari’Stella Tristão, que foi a primeira coordenadora do setor de Artes Plásticas do Palácio das Artes que faleceu no ano de inauguração do espaço. Entretanto, a sala foi homenageada com seu nome em 2002.
Centro de Convivência, Informação e Memória João Etienne Filho
O espaço recebeu esse nome em homenagem ao teatrólogo, professor, desportista e escritor João Etienne Filho que foi um grande destaque como militante e agitador cultural promovendo o crescimento da arte em Minas Gerais. O local é formado por uma biblioteca, uma musicoteca e uma sala de vídeo com 41 lugares. Quando surgiu, em 1974, o espaço se chamava CIDA –Centro de Documentação Áudio Visual – e tinha apenas como objetivo selecionar e organizar todos os assuntos relacionados á FCS, ou seja, apenas registrar a sua memória. O CIDA atuava também na promoção de eventos tais como seminários, cursos, debates, entrevistas com artistas e palestrantes. Ao longo dos anos o centro passou por diversas modificações entre estas o seu nome, que de CIDA passou a se chamar SDA – Setor de Documentação Artística, depois DPD – Divisão de Pesquisa e Documentação e finalmente Centro de Informação e Pesquisa João Etienne Filho. Em 2006 o espaço foi reinaugurado e teve como nome definitivo Centro de Convivência, Informação e Memória João Etienne Filho.
:: Serviço
Localização: Avenida Afonso Pena, 1.537 - centro
Contato: (31) 3237-7399 ou www.palaciodasartes.com.br
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações: Visitações: Segunda-feira a sábado de 9:30 a 21:00 h. e domingo de 16:00 às 21:00 h.
Essa igreja foi a primeira construída em Belo Horizonte, e mesmo com o nome de Nossa Senhora do Rosário, muitos acreditam que ela é dedicada a Santo Antônio, pois durante anos funcionou próximo a um orfanato com o nome do santo, administrado pela Associação Pão de Santo Antônio.
Quando o antigo Curral Del Rei foi demolido para se construir a atual Belo Horizonte muitas capelas vieram abaixo, entre elas a Capela de Nossa Senhora do Rosário, que desde 1819 se localizava no cruzamento da avenida Álvares Cabral com a rua da Bahia. A demolição só foi possível depois que o estado se comprometeu com a Arquidiocese de Mariana em construir uma nova capela. Assim, em 22 de Agosto de 1895 deu-se início às obras, com inauguração em 26 de Setembro de 1897, sendo localizada na Rua São Paulo. Sua arquitetura apresenta um estilo bastante eclético com traços góticos. Em sua fronte há a imagem de Nossa Senhora do Rosário, com anjos ao redor e aos pés da santa, adorando-a. Ela é considerada uma capela curial, ou seja, pertence à cúria metropolitana de Belo Horizonte.
:: Serviço
Localização: Rua São Paulo, 759
Contato: (31) 3271-2127
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações: : Segunda a sexta-feira, de 9:00 às 19:30 h. Sábados e domingos de 16:00 às 19:30 h.
Missa: Segunda a sexta-feira, de 11:00 às 18:30 h, e sábados, domingos e dias santo às 17:00 e 18:30 h.
Caso o visitante queira ter uma visita guiada é necessário ligar com antecedência e marcar.
Ao fim do século XIX, a comissão construtora da nova capital de Minas Gerais decidiu transformar uma das maiores chácaras do Curra Del Rey no Parque Municipal de Belo Horizonte. Na época esta área era um matagal usado como atalho para se chegar à Estação Central. Para dirigir os trabalhos de urbanização do parque foi contratado o arquiteto paisagista francês Paul Villon.
No dia 26 de setembro de 1887, houve a inauguração do Parque Municipal Américo Renné Giannetti e quase três meses após esta data ocorreu a inauguração de Belo Horizonte. O parque, nesta época, funcionou como local para um banquete oferecido aos convidados durante a festa da nova Capital.
Tombamento
Em 1975 foi tombado o conjunto paisagístico e arquitetônico do Parque Municipal, proibindo novas construções em seu território. A área da chácara era de 60 hectares e hoje o parque só tem 18, devido ao desmembramento sofrido ao longo de 70 anos, quando cedeu espaço ao abrigo dos Bondes de Santa Tereza, à faculdade de Medicina da UFMG, ao América Futebol Clube, aos hospitais da Alameda Ezequiel Dias e Avenida Alfredo Balena, ao Teatro Francisco Nunes, ao Imaco, ao Orquidário Municipal e à fundação Clóvis Salgado.
O parque é uma das principais áreas de lazer infantil em Belo Horizonte e também um espaço de descanso e entretenimento, dos 15 mil freqüentadores diários, que perambulam por entre as mais de 50 espécies de árvore e espécies vegetais de várias partes do país. Sua fauna é composta pelo gambá-de-orelha branca, sabiá, esquilo, bem-te-vi, lavadeira mascarada, entre vários outros, que encontram no parque um abrigo calmo e tranqüilo, contrastando com a agitação do centro da cidade.
SETORES DO PARQUE
Setor esportivo: Quadra de Tênis, pista de Cooper, pista de Patinação, aparelho de ginástica.
Setor infantil: Playground, brinquedos elétricos.
Setor de apoio: Bar, lanchonetes, sanitários (2), administração, guarita.
Lazer: Lagos com barco a remo, pedalinhos, bosques, caminhos, trilhas e jardins.
Orquidário
Teatro Francisco Nunes
Mercado das Flores
:: Serviço
Localização: Avenida Afonso Pena, S/Nº - Centro
Contato: (31) 3277-4161 ou pmarg@pbh.gov.br
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações: Terça-feira a domingo, de 6:00 ás 18:00 h. Para visita monitorada (máximo 43 pessoas) é preciso marcar com antecedência.
Esse prédio foi inaugurado no dia 5 de Setembro de 1926 para ser sede do Conservatório Mineiro de Música. O espaço foi responsável pela projeção artística de inúmeros musicistas mineiros, além de ter exercido considerável influência na vida cultural de Belo Horizonte conquistando o título de um dos principais espaços de música erudita do país, o qual honra até hoje. Em 1950 foi federalizado e se tornou uma Escola de Ensino Superior. Em 1962 se integrou à UFMG no qual foi a Escola de Música da UFMG por mais de trinta anos, porém a Escola de Música da Instituição se encontra no Campus Pampulha, atualmente. Em 1996 o prédio foi cedido à prefeitura para abrigar a comissão organizadora do Centenário da cidade por um ano. Em 1998 o Conservatório foi restaurado e revitalizado a partir do projeto desenvolvido pelo arquiteto Gaston Oporto. No ano de 2000 o Conservatório UFMG presenteou a capital de Minas ao se tornar um novo complexo cultural com salas de recitais, galerias de exposições, auditórios, salas de aulas e espaço multiuso para eventos. O prédio possui quatro andares, nos dois primeiros encontram-se um restaurante, uma livraria e uma praça coberta para eventos culturais. Os outros dois estão ainda em obras para abrigar o Museu da UFMG. Hoje, após ser totalmente restaurado e tombado pelo Patrimônio Histórico o local se tornou um espaço cultural multiuso voltado para a valorização da arte erudita. A programação cultural do Conservatório da UFMG respeita a sua política de atuação desde suas origens: a música, sobretudo a clássica. A maioria dos eventos lá realizados é gratuito ou vendidos a preços populares. O principal objetivo do atrativo é oferecer aos belo-horizontinos uma programação cultural de qualidade a partir da realização de concertos nacionais e internacionais. Entre os projetos realizados pela casa, destaca-se a “Quarta Cultural”, com entrada franca. Toda semana o público assiste ou um recital de música clássica ou uma peça teatral, assim, a cada semana o Conservatório UFMG atinge o seu objetivo que é o de difundir a produção cultural sobre a arte seja ela erudita ou popular.
INSTALAÇÕES
Sala de Recitais
Este ambiente funciona também como auditório com 170 poltronas e capacidade para até 240 pessoas. Esta sala possui um piano Steinway & Sons projetado para pequenos espaços, e pode ser usado nos musicais. O espaço é um dos mais significativos do edifício, pois nele se encontram telas do século passado dos pintores Antônio e Dakir Parreiras, que retratam cenas da Ópera Tiradentes.
Galerias
As duas galerias são aptas para receber exposições de arte, produções científicas da UFMG ou mostras temporárias de artistas da capital ou de fora. Possuem uma infra-estrutura com iluminação, climatização e uma sala de apoio que visam melhor conservação das obras durante seu acondicionamento temporário.
Livraria
A Livraria do Conservatório é uma das duas lojas da editora UFMG para comercialização das obras acadêmicas da Federal. As publicações que lá se encontram vão de acordo com os critérios de valor científico e cultural estabelecidos pela UFMG, além de obras de autores nacionais e estrangeiros que articulam com a produção acadêmica da Universidade.
Pátio Interno
Este espaço tem capacidade para 150 pessoas em pé e é voltado para espetáculos culturais, eventos e recepções ao ar livre. Ele pode servir também como espaço-integração entre o prédio principal e o anexo.
Praça Cobertura
É um espaço voltado para eventos e recepções variadas. É neste local que é realizado o projeto “Quarta Cultural” e apresenta uma capacidade para 200 pessoas assentadas.
Restaurante
O Restaurante Allegro trabalha com o serviço de Buffet representado em seu cardápio pelas saladas, pratos quentes, sobremesas e bebidas. Durante a semana, ele presenteia os belo-horizontinos com pratos especiais em dois dias: na quarta-feira o restaurante delicia o paladar de seus clientes com a tradicional comida mineira e aos domingos com frutos do mar. É aberto ao público todos os dias, de 11 às 14:30 h. exceto aos sábados.
Salas de Aula
Mesmo não sendo mais sede da Escola de Música da UFMG, o Conservatório possui salas de aula para locação. Das quatro salas, duas são equipadas com poltronas e mesas para 22 pessoas cada uma e as outras duas possuem cadeiras e pranchetas para 44 pessoas cada uma. Além disso, há um auditório com 54 poltronas fixas e pranchetas para realização de aulas para um público maior.
FUNDEP
A secretaria da FUNDEP se localiza no primeiro andar do prédio principal e atende às pessoas interessadas nos cursos, concursos e eventos que administra, além disso, recebe inscrições e oferece informações sobre seus serviços.
:: Serviço
Localização: Avenida Afonso Pena, 1534 – Centro
Contato: (31) 3218-9300 ou pelo site www.conservatorio.ufmg.br
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações: Para visitar o atrativo, mesmo se for particular, deve-se marcar com antecedência por telefone
Este Centro Cultural se destaca pela arquitetura neo-gótica de inspiração portuguesa e por possuir uma decoração bastante expressiva, tanto em seu interior quanto em seu exterior. Datado de 1914, teve como objetivo abrigar o Conselho Deliberativo de Belo Horizonte (primeiro órgão legislativo da cidade) e a Biblioteca Pública Municipal. O Prédio foi tombado como patrimônio Histórico da cidade e em 1997 se tornou o Centro de Cultura de Belo Horizonte, um espaço que visa à valorização da arte e cultura.
:: Serviço
Localização: Rua da Bahia, 1149 - Centro
Contato: (31) 3277-4014
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações: Segunda a sexta-feira, de 9:00 ás 18:00 h.. Entrada Franca
Essa feira é um pouco diferente das demais. Ela é dividida em duas partes. Na primeira, chamada Feira de Antiguidades, possui cerca de 30 expositores que comercializam móveis, objetos antigos e adornos. Já a segunda é composta por 80 barracas e é denominada Feira de Comidas Típicas em que pratos típicos e bebidas de várias regiões do Estado e do país podem ser saboreados a preços bastante acessíveis.
:: Serviço
Localização: Rua Bernardo Monteiro entre Av. Brasil e Rua dos Otoni, Funcionários
Funcionamento: Sábado de 9:00 às 16:00 h.
Contato: Gerência de Feiras da Regional Centro-Sul – 3277-4914
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Essa feira que funciona à sombra de enormes fícus, conferindo ao evento um ar bucólico é composta por mais de 50 expositores e a tendência é crescer mais. Nela é possível encontrar os mais variados tipos de plantas e bonsais. Para muitos belo-horizontinos esse programa se tornou obrigatório às sextas-feiras.
:: Serviço
Localização: Rua Bernardo Monteiro entre Av. Brasil e Rua dos Otoni, Funcionários
Funcionamento: Sexta-feira, de 8:00 às 18:00 h.
Contato: Gerência de Feiras da Regional Centro-Sul – 3277-4914
Informações: Belotur (31) 3277-9777
O Minascentro foi inaugurado no dia 15 de Março de 1984 pelo governador Tancredo Neves. É um centro de eventos que está sob responsabilidade da Companhia Mineira de Promoções (PROMINAS) – sociedade de economia mista criada em 1981, responsável também pelo EXPOMINAS que busca dinamizar e divulgar o turismo mineiro ao realizar, nestes espaços, eventos dos mais variados segmentos. O Minascentro possui uma área total de 30.164 m2 bem distribuídos em três pisos, 7.181 m2 de área para exposição e capacidade para 10 mil pessoas. É considerado um dos maiores e mais modernos do país em sua categoria por possuir uma infra-estrutura diversificada e de alta tecnologia. Construído em 1926 para ser a Secretaria de Estado da Saúde, o prédio possui uma arquitetura voltada para o estilo neoclássico, embora esteja bastante preservado, o local passou por reformas para se transformar num moderno e confortável centro de convenções.
INFRA ESTRUTURA
:: Serviço
Localização: Rua Augusto de Lima, 785 - Centro
Contato: 3217-7900 ou pelo site www.minascentro.com.br
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações: Todos os dias de 8:00 às 18:00 (Desde que não tenha evento).
Para visita monitorada deve-se marcar com antecedência no setor de marketing – 3217-7840/ 7846
A Praça Sete de Setembro se localiza no coração da área comercial de Belo Horizonte e é formada pelas duas principais avenidas da cidade: Afonso Pena com Amazonas e ruas Rio de Janeiro e Carijós, formando “asteriscos” que caracterizam muitos cruzamentos da região central. Aliás, a esse respeito convém observar que o nome das ruas da região central obedecem a um padrão onde as paralelas recebem nomes de estados brasileiros e nomes de tribos indígenas, que se cruzam perpendicularmente atravessando a artéria central (Afonso Pena) obliquamente.
A Praça Sete era denominada Praça Doze de Outubro, em homenagem ao dia da padroeira do Brasil, mas no dia 7 de Setembro de 1922, a praça recebia a pedra fundamental para a construção de um símbolo do centenário da independência brasileira: O famoso obelisco conhecido popularmente por “pirulito”.
O Pirulito
Colocado na década de 20 no cruzamento das avenidas Afonso Pena e Amazonas, o Pirulito da Praça Sete é uma homenagem ao centenário de Independência do Brasil. O monumento, que pesa mais de 20 toneladas, foi talhado em Capela Nova, atual Betim e trazido para a capital através da Estrada de Ferro Oeste de Minas. Naquela época, poucas pessoas tinham carro em Belo Horizonte, havia muitas árvores frondosas que arejavam a vida urbana no centro da cidade e a praça era cortada por pedestres, cavalos e bondes na sua grande maioria. Mais tarde, com a chegada do progresso, muita coisa precisou ser modificada. Por isso, tiraram o pirulito para facilitar o trânsito. Levado em 1963 para a Praça Diogo Vasconcelos, mais conhecida como Praça da Savassi, lá permaneceu por quase 20 anos, quando retornou para a Praça Sete. Tombado pelo IEPHA-MG em 02/06/77, o Pirulito é atualmente um marco referencial em Belo Horizonte e palco de inúmeras manifestações políticas e culturais, além de enfeites natalinos e campanhas como ,por exemplo, a campanha contra as doenças sexualmente transmissíveis, quando foi colocado no monumento um enorme preservativo para simbolizar a necessidade de utilização do mesmo.
Curiosidade
Você sabia que: No começo dos anos 40 o Pirulito da Praça Sete foi marco de nosso patriotismo, quando a população depositava objetos de ferro e aço para ajudar a indústria bélica na Segunda Guerra mundial.
:: Serviço
Localização: Cruzamento da Avenida Afonso Pena com Amazonas - Centro
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Em 1947, ao comemorar seu cinqüentenário, Belo Horizonte não possuía um teatro municipal que atendesse ao crescimento que se verificava; os espetáculos eram realizados em salas de projeções. Com isto, foi necessário a construção de um "teatro de emergência" que ficou pronto no final da década de 40. O teatro adotou este nome devido a sua construção ter sido feita às pressas, ficando um pouco diferente do projeto original que o arquiteto Luiz Signorelli previra. Inaugurado em 30 de setembro de 1950 com a peça " A Morte do Caixeiro Viajante", o denominado Teatro de Emergência passou a se chamar Francisco Nunes em homenagem ao músico e compositor, fundador do conservatório mineiro de Música.
Curiosidade: Até a fundação do Francisco Nunes, Belo Horizonte era atendida pelo Teatro Municipal de Belo Horizonte inaugurado em 1909. O prefeito Juscelino Kubitschek idealizou a construção do novo local destinado exclusivamente às artes cênicas. Suas instalações foram vendidas e o empreendimento transformado no Cine-Teatro Metrópole, de magnífica arquitetura, mais tarde demolido (década de 80) sob inúmeros protestos, para abrigar uma agência bancária.
:: Serviço
Localização: Avenida Afonso Pena - Parque Municipal - Centro
Contato: (31) 3277-6325 / 3277-4612
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações: Segunda a sexta-feira, de 9:00 às 18:00 h. Ligar com antecedência para agendar horário.
Em 1900 a capital mineira já contava com 14 mil habitantes e possuía apenas uma paróquia. Pensando neste problema, o Bispo de Mariana, Dom Silvério Gomes Pimenta, entregou aos missionários redentoristas holandeses o trabalho pastoral da nova paróquia da cidade. Para escolher o local onde seria construída a nova capela, o pároco da futura matriz, Padre Pedro Becks, escolheu a colina situada entre as Ruas dos Tamóios e Espírito Santo com a fronte da nova matriz voltada para a Avenida Afonso Pena. Assim, no dia 20 de Abril de 1902 foi lançada a pedra fundamental para dar início às obras e em dois anos o local já podia ser usado para realizar algumas ações religiosas. O projeto arquitetônico foi feito pelo engenheiro Edgard Nascentes Coelho, o construtor foi o irmão leigo redentorista holandês Gregório Mulders e as escadarias monumentais foram projetadas e executadas pelo outro irmão leigo redentorista e Holandês, Verenfrido Vogels.
Decoração
A decoração da igreja iniciou em Agosto de 1910 abrigando os capitéis das colunas do estilo coríntio, o presbitério e um órgão de tubos que data de 1927. Já as pinturas ficaram na responsabilidade do imigrante e artista alemão Guilherme Shumacher, que fez um belíssimo e colorido trabalho que teve fim em 1912. No altar-mor há a ilustração da Santíssima Trindade e ao seu redor vários anjos e santos. No grande presbitério há no teto Nossa Senhora com o menino Jesus e 40 medalhões ilustrando os antepassados de Jesus desde Abraão até São José. Na parede encontra-se os quatro evangelistas e ao lado das janelas inferiores os 12 apóstolos. No alto dos arcos encontra-se seis doutores da igreja e São José, o padroeiro. Nos altares do lado direito aparecem cenas da vida de Santo Afonso, a promessa da redenção feita a Adão e Eva e Nossa Senhora de Lourdes em aparição a Bernadete. Já nos do lado esquerdo é possível identificar a história de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, o Calvário e a aparição do Sagrado Coração a Santa Margarida Maria. Na parte superior do corpo da igreja nota-se 14 santas de um lado e 14 santos do outro, mostrando o costume da época em separar homens e mulheres dentro das igrejas. Na beirada do teto há 4 quadros do lado direito e 4 do lado esquerdo apresentando a história de São José. No fundo do templo notam-se dois painéis apresentando José do Egito vendido pelos irmãos e exaltado num carro de triunfo. Nas naves laterais, há os signos do zodíaco simbolizando que Deus é o senhor dos tempos e da história. Quanto ao convento da Rua dos Tupis, onde moram os padres, data de 1902 e mantém em sua arquitetura o estilo europeu original, apresentando em sua fachada tijolos à vista.
A Matriz
A Igreja São José tem 60 metros de comprimento e 19 de largura. Sua construção é inspirada no estilo “manuelino” com uma grande influência holandesa e tem o formato de uma cruz latina ocupando o centro do quarteirão. Ao ser observada do Edifício Acaiaca, a matriz parece estar em cima de um cálice, formado pelas escadarias e pelas subidas laterais. Estrategicamente, o templo se localiza no centro da capital; possui estacionamento, ampla área verde e é considerado um dos mais importantes monumentos construídos na cidade.
:: Serviço
Localização: Rua dos Tupis, 164 – Centro
Contato: (31) 3273-2988 ou www.igrejasaojose.org.br
Informações: Belotur (31) 3277-9777
Visitações:Todos os dias das 6:00 às 18:00 h. Para visita monitorada, ligar e marcar com antecedência.
Missas: Domingo: : 7:00; 8:30; 10:00; 11:30; 16:00; 17:30; 19:00 h.
Segunda-feira; quarta-feira; quinta-feira e sexta-feira: 07:00; 8:00h 18:00h e 19:00 h.
Terça-feira: 07:00 h.
Sábado: 07:00; 08:00 e 18:00 h.